
Sinopse:
Dez anos depois, o regresso de Pedro Mexia aos Diários:
A MEMÓRIA DE UMA QUEDA
Dez anos depois de Malparado (2017), Pedro Mexia regressa aos diários com Zero. Há mais de duas décadas que conhecemos o seu registo: a concisão, a observação irónica, a conclusão melancólica, o diálogo com a literatura e o cinema, as canções como educação sentimental, a vida íntima em vez da vida privada. Este diário em diferido é, no entanto, mais breve, mais obsessivo e mais alegórico do que os volumes anteriores; não «diário de uma crise», como Estado Civil (2009), mas memória de uma queda: o salto confiado numa piscina vazia.
«Zero
Inventei um conceito: zerificação. Trata-se da capacidade que alguém tem de, seja o que for que outra pessoa faça, considerar, por ação ou omissão,
que isso vale zero. E a correspondente incapacidade dessa outra pessoa de causar qualquer espécie de impressão, suscitando apenas o mutismo, a desatenção, a indiferença. Como se tivéssemos zero num exame mesmo antes de fazer o exame.»
Nº de páginas: 216
- Editora:
- TINTA DA CHINA 972-8955
- Fecha de lanzamiento:
- 8 de outubro de 2026
- Subgénero
- Literatura Portuguesa
- Género
- Literatura
- Idioma:
- Português
- Título original:
- ZERO: DIARIOS 2025-2026